Qual o seu estilo de apresentação profissional?

Etiqueta corporativa é usar o bom senso para todas as ações, seja no jeito de falar com as pessoas, maneira de se vestir ou modo de se relacionar com os outros. A boa apresentação pessoal é o resultado do balanceamento entre o bom gosto e o bom senso. A etiqueta empresarial permite tornar-se agradável, viver com mais segurança e espontaneidade. 


Em todos os contatos profissionais, o indivíduo tem oportunidade de fortalecer seu marketing pessoal e a etiqueta é uma ferramenta que fortalece esta marca.
“Deve haver um equilíbrio entre razão e emoção.
O profissional deve escolher a maneira de se expressar sempre baseado no que for mais agradável às outras pessoas”, indica a professora Maria Aparecida Araújo, Consultora de Comportamento Profissional.


Para obter um comportamento adequado é necessário estabelecer uma conduta e uma postura assertiva com relação ao ambiente, a empresa, aos colegas e seus valores.
Há a necessidade de autoconhecimento, o profissional precisa perceber atitudes,  deficiências, comportamentos inadequados e competências que precisam ser desenvolvidas para atingir o "marketing pessoal" de maneira positiva.
Conhecer sua "Zona de Conforto", estabelecer metas e desafios para ampliar os resultados. Conhecer seus dons e talentos, ser valorizado por eles. 
Essas regras de etiqueta, vão desde o comportamento mais simples como atender um telefone, até comandar reuniões, avaliar um funcionário, etc.

Você conhece seu estilo de apresentação pessoal?
Você escolhe a maneira como se comporta?
Você tem obtido os resultados esperados?


É muito importante você estar seguro!
Agenda uma entrevista entre em contato

Fontes:
O Livro das Competências
Ser humano é ser diferente, Mbti
Portal Carreira & Sucesso

A Respiração Consciente - Transformando as dores Físicas e Emocionais

As dores somático emocionais são dores que existem e doem no físico (no corpo) e que se sentem no corpo mas que têm uma componente emocional muito forte. 


Elas são memórias celulares de traumatismos físicos e emocionais que se alojaram no corpo aquando de algum traumatismo ou problema que a pessoa viveu.   No entanto muitas destas dores somático emocionais podem não ter qualquer traumatismo físico associado e terem apenas uma origem emocional e ou psicológica. Ou seja, a pessoa pode ter passado por uma situação demasiado forte em termos emocionais e somatizou essas emoções em algum lugar do seu corpo.
Com o tempo ela começa a ter dores nesse local e os tecidos vão alterando e sofrendo alterações até essas alterações se tornarem visíveis.


As emoções contraem o corpo e os nossos órgãos e dessa forma provocam dores sem a existência de qualquer traumatismo físico.

Estas dores somático emocionais são bem reais e provocam dores físicas bem reais mas têm uma forte componente emocional por detrás, componente emocional essa que pode alterar por completo a maneira da pessoa ver a vida e de lidar com a vida.
Após a remoção dessa tensão emocional é muito frequente a pessoa mudar e passar a ter melhor controle sobre suas emoções e pensamentos! Percebe possibilidades, e que pode escolher viver de forma mais positiva. 
O resultado vai para além da cura da dor, é qualidade de vida equilibrada e bem estar! 


A pessoa tem o controle sobre aquilo que acontece ao seu redor, como por exemplo, os relacionamentos familiares, sociais, profissionais, etc. Aprende a controlar a maneira com que reage aos acontecimentos, construindo novas ações. 
A garantia de uma boa qualidade de vida é a associação de hábitos saudáveis, cuidado com o corpo, ter tempo para o lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, que tragam boas conseqüências, como lidar com situações de stress, definir objetivos de vida e, o principal, sentir que tem controle sobre a própria vida. 




A Respiração Consciente - Renascimento, 
surge como alternativa no alívio das dores físicas e emocionais







Com a prática você pode conquistar e vivenciar 
resultados surpreendentes de cura.
A pessoa com a pratica, entra totalmente em contato com suas aflições, dores internas e externas, porque o autoconhecimento é trabalhado.
A técnica respiratória, o relaxamento e a 
meditação, auxiliam a liberação das dores,
 fazendo com que a energia vital flua livremente, proporcionando saúde física e 
emocional.


É necessário praticar a Respiração Consciente com regularidade e empenho.

Para conhecer mais sobre essa técnica Entre em contato!

Afeto na primeira infância

Crianças que ganham afeto dos pais nos primeiros anos de vida têm o hipocampo - área do cérebro encarregada da memória - quase 10% maior que as criadas com mais desleixo, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista americana PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences).

Foto: revista Veja

A pesquisa, realizada por psiquiatras e neurocientistas da Universidade de Washington em Saint Louis, nos Estados Unidos, revela, pela primeira vez, um vínculo entre cuidados na infância e características físicas. Várias pesquisas já haviam feito a relação entre afeto na infância, fatores psicossociais e melhor desempenho escolar. Essa relação pode ser explicada pelas novas descobertas, já que o hipocampo está ligado ao aprendizado e ao modo como lidamos com o estresse. 


Para o estudo, os especialistas analisaram imagens cerebrais de crianças com idades entre 7 e 10 anos que já haviam participado de uma pesquisa neurológica quando tinham entre 3 e 6 anos. Quando eram mais novas, essas crianças haviam sido observadas em interação com um dos pais, a mãe em 95% dos casos, em um momento de estresse, que é a espera para abrir um presente desejado. O quanto a pessoa foi capaz de tranquilizar e cuidar da criança nessas circunstâncias foi o parâmetro usado para definir se ela teve uma criação mais ou menos afetuosa, já que a situação simula o estresse cotidiano.


O cérebro de 92 dessas crianças foi analisado e as que foram criadas com afeto tinham o hipocampo maior que as demais. "Quase 10% maior em média, o que é uma evidência concreta do poderoso efeito da criação e indica claramente o impacto grande que ela tem no desenvolvimento posterior", avalia Joan Luby, uma das autoras da pesquisa.


Apesar de o estudo ter sido feito quase que apenas com mães biológicas, os pesquisadores afirmam que os efeitos são os mesmos com qualquer pessoa que seja a principal responsável pelos cuidados, como o pai, os avós ou os pais adotivos.
 (fonte: revista Veja) (Com informações da Agência EFE)

'Síndrome do coração partido'

Pesquisa mostrou que as mulheres são sete vezes mais propensas a sofrer de infarto após passar por stress emocional quando comparadas aos homens As mulheres são as principais vítimas da 'síndrome do coração partido', doença que consiste em sintomas de um infarto do miocárdio e que pode ter causas emocionais, como o fim de um relacionamento, a perda de um ente querido ou qualquer situação que resulte em um stress súbito. É o que sugere uma pesquisa realizada nos Estados Unidos apresentada durante o Congresso da Associação Americana do Coração, em Orlando, na Flórida.

Ilustração: Revista Veja

Ninguém sabe ao certo por que a síndrome ocorre. Uma hipótese sugere que o organismo da mulher sofre uma descarga maior de adrenalina que o do homem. Outra teoria afirma que os homens podem ter mais receptores de adrenalina nas células do coração do que as mulheres, diminuindo assim os danos pelo excesso da substância.

   Sabe-se que o estresse emocional ou físico pode provocar a síndrome do coração partido.
Ao receber uma notícia impactante, as pessoas sofrem com uma descarga de adrenalina e outros hormônios do stress, que sobrecarregam o coração e atrapalham o funcionamento.

O estudo foi realizado por Abhishek Deshmukh, da Universidade do Arkansas, nos Estados Unidos.
(fonte: revista Veja - Saúde)
(opnião do cardiologista: Antônio de Pádua Mansur)

As 4 fases do aprendizado


Com o mundo globalizado podemos dizer, com certa segurança, que estamos na Era da Informação, novas informações nos chegam a todo o momento e sempre que nos deparamos com uma nova informação teremos duas possibilidades:
  1. Distorcê-la e procurar encaixar em nossas velhas categorias.
  2. Deixar a nova informação se organizar por si mesma.
Cesar Cielo comemora seu primeiro ouro em Guadalajara: nadador já mira Olimpíadas,
foto Jornal de Londrina
A que sempre se escolhe é tentar encaixar essa nova informação em nossas velhas categorias: “Não é isso como...” ou “Isso me lembra a...”. É natural enlaçar algo novo com algo que já conhecemos e ao que estamos acostumados. Tentamos organizar esta nova informação dando-lhes um significado mais familiar. A familiaridade nos faz sentir menos inseguro e com maior previsibilidade. Sentimos que temos algum controle e quanto mais controle tivermos menos medo teremos. Tenderemos compulsivamente organizar a nova informação que nos chega. No entanto, a atitude mais correta que deveríamos treinar é a utilização da segunda opção, deixando que com o tempo ela se organize. Esta é a chave!
Embora só possamos aprender conscientemente uma pequena parcela das informações que o mundo nos oferece, percebemos e reagimos inconscientemente a muitas outras coisas.
Uma forma de aprender é dominar conscientemente pequenos segmentos de comportamento e reuni-los em seguimentos cada vez maiores, de modo a torná-los habituais e inconscientes. Criamos hábitos para podermos prestar atenção a outras coisas.
A aprendizagem é uma habilidade que se divide em quatro estágios:

  1. Incompetência inconsciente. Não sabemos fazer algo, e não sabemos que não sabemos. Se alguém nunca dirigiu carro não tem a mínima idéia do que isso significa.
  2. Incompetência consciente. Então a pessoa começa a aprender a dirigir e logo descobre as suas limitações. Aprende conscientemente a trocar as marchas, pisar na embreagem, freio, etc. E toda sua atenção volta-se para isso, mas a pessoa ainda não é competente e dirige apenas nas ruas de menor movimento.
  3. Competência consciente. Podemos dirigir, mas precisamos de muita concentração. Aprendemos a técnica, mas ainda precisamos de muita concentração.
  4. E por fim, a competência inconsciente. E este é nosso objetivo. Todos os pequenos padrões que aprendemos com tanto esforço juntam-se numa harmônica unidade de comportamento. E, a partir de então, podemos admirar a paisagem, ouvir rádio e conversar enquanto dirigimos. Nossa mente consciente estabelece o objetivo e deixa que a inconsciente cuide dele, liberando a atenção para outras coisas.
Após um treinamento exaustivo, conseguimos atingir o quarto estágio e formar hábitos. Neste ponto, a habilidade tornou-se inconsciente. Entretanto, os hábitos nem sempre são a maneira mais eficiente de executar uma tarefa. Nossas crenças e conhecimentos acumulados no decorrer de nossas vidas acabam filtrando e nos fazendo perder algumas informações que são essenciais para chegarmos à competência inconsciente

Quanto tempo você acha que Cielo treina por dia, para participar de uma Olimpíada e se superar a cada conquista?

Você está disposto treinar da mesma forma que Cielo para conquistar seus objetivos e atingir a 4ª fase do aprendizado? 
Inconsciente Competente, executar com maestria!

Inteligência emocional

Competências Emocionais e seu valor nas empresas.


As competências emocionais são mais valorizadas pelas empresas do que as técnicas, segundo análise do especialista em treinamentos comportamentais e projetos de recursos humanos, além de CEO da Thomas Brasil, Victor Martinez.
Segundo Martinez, um profissional pode ter inúmeras habilidades técnicas para desenvolver suas tarefas, contudo, ainda assim, precisará das habilidades comportamentais para fazê-las.
“Essa valorização do comportamento é recente. O mercado costumava valorizar apenas as habilidades técnicas, e as pessoas eram contratadas exclusivamente de acordo com a experiência profissional, formação acadêmica e cursos extracurriculares (…) As habilidades comportamentais são fundamentais para que o colaborador utilize seus conhecimentos técnicos da melhor maneira”, avalia o CEO da Thomas Brasil.
Mas o que são competências comportamentais?
Ainda de acordo com Martinez, as competências comportamentais dizem respeito à inteligência emocional, ou seja, o nível de equilíbrio e a capacidade de identificar e lidar com as próprias emoções e atitudes.
Já as competências técnicas estão relacionadas à inteligência intelectual, em outras palavras, com a quantidade de conhecimento formal e acadêmico adquirido.
Dentre as competências comportamentais, segundo análise do CEO da Your Life, Rubens Gurevich, é preciso observar as necessidades das empresas para saber quais comportamentos devem ser desenvolvidos. Entretanto, diz ele, no geral, liderança, flexibilidade, baixa conformidade, relação interpessoal, trabalho em equipe e empreendedorismo são as competências mais valorizadas pelas empresas.
Fonte: Portal administração

... eu também consigo! Processo de MODELAGEM

A modelagem é um processo que tem como base o pressuposto básico da PNL que defende a idéia de que se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo.
Ela se refere mais ao “como” faz do que ao “por quê” faz algo (LAWLEY e TOMPKINS, 2008).
A modelagem do comportamento diz respeito à observação e ao mapeamento de processos bem sucedidos que formam a  base de algum tipo de desempenho excepcional com o objetivo de identificar os elementos essenciais de pensamento e de ação exigidos para torná-lo um modelo de comportamento que poderá ser usado por qualquer pessoa para reproduzir ou simular aspectos desse desempenho e obter o resultado desejado.

Segundo Dilts, Os procedimentos da modelagem na PNL envolvem a descoberta de como o cérebro ("Neuro") está operando, a análise dos padrões de linguagem ("Lingüística") e a comunicação não verbal.

Os resultados dessa análise são depois colocados em estratégias de passo a passo ou programas ("Programação") que podem ser usados para transferir essas habilidades para outras pessoas e áreas.

Como visto na história da PNL, as primeiras técnicas se originaram dos padrões verbais e não verbais que Grinder e Bandler observaram no comportamento de Fritz Perls.

Na verdade, eles modelaram os padrões de linguagem e de comportamento dos seus trabalhos .

A PNL tem como objetivos básicos modelar capacidades especiais e excepcionais e ajudar para que essas capacidades se tornem transferíveis para outras pessoas .
É possível modelar qualquer comportamento. Inicialmente, a modelagem é feita de forma inconsciente.
A criança tem a tendência de repetir as ações dos pais ou cuidadores, sem ter consciência do processo.
As pessoas podem modelar várias capacidades como:

  • gerar compromisso e respeito, 
  • motivar a si mesmo e aos outros, 
  • vender,
  • influenciar, 
  • dar o melhor de si no trabalho, 
  • ouvir, 
  • falar em público, 
  • dentre outras.

Mas também podem modelar outras:

  • ficar deprimido,
  • ficar de mau humor, 
  • irritar-se, 
  • ficar imune às emoções, 
  • procrastinar ou
  • preocupar-se .

Modelando cada uma dessas habilidades, pode-se desenvolver a consciência do processo e, com a consciência, ter opções de continuar o mesmo processo ou escolher fazer outra coisa.

Se o que você está fazendo não está funcionando, faça outra coisa


A estratégia que uma pessoa utiliza para conseguir determinado objetivo faz com que ela consiga apenas aquele objetivo.
Se ela  quiser alcançar objetivos diferentes, precisar usar estratégias novas.

A pessoa com um número maior de opções possui uma maior flexibilidade de pensamento e comportamento.

Consequentemente, será a pessoa que exercerá maior influência em qualquer interação.

Segundo  O’CONNOR e SEYMOUR (1995, p. 26), se a PNL fosse apresentada em um seminário de três minutos, o apresentador diria:


- Para ter sucesso na vida, uma pessoa só precisa ter em mente três coisas:

Primeiro, saber o que quer. Ter uma ideia clara do objetivo desejado em qualquer situação.
Segundo, estar alerta e receptiva para observar o que está conseguindo.
Terceiro, ter flexibilidade para continuar mudando até conseguir o que quer.

Resolvendo conflitos com a PNL - POLARIDADES

O conflito é definido como “um estado de desarmonia entre pessoas, idéias ou interesses incompatíveis ou opostos.” Psicologicamente, o conflito é um luta mental, algumas vezes inconsciente, que resulta quando representações diferentes do mundo são mantidas em oposição ou exclusividade.
Os conflitos podem ocorrer tanto entre as nossas próprias partes internas (conflitos internos) como externamente com os outros (conflitos interpessoais). Internamente, os conflitos ocorrem entre partes diferentes da experiência humana e em muitos níveis.

Os conflitos, por exemplo, também podem ocorrer com relação aos comportamentos. Uma pessoa pode, por um lado querer assistir a um programa de televisão, mas por outro lado pode querer sair para fazer ginástica.
Os conflitos também podem ocorrer entre várias capacidades, como entre a criatividade e o protecionismo. Uma pessoa pode ter crenças ou valores conflitantes. O indivíduo pode acreditar que, por um lado é apropriado aprender matemática, mas não acredita que ele possa aprender. Isso irá conduzi-lo para uma luta com relação ao aprendizado de matemática.
Os conflitos no nível da identidade ocorrem muitas vezes com respeito ao papel que se deve exercer. Uma pessoa pode experimentar conflitos entre seus deveres como progenitor por um lado e como profissional pelo outro.

Freud afirmava:
As duas forças que entraram em oposição se encontram de novo no sintoma e se harmonizam por meio da conciliação contida na formação do sintoma. É por isto que o sintoma é capaz de tanta resistência; ele é sustentado pelos dois lados… É uma batalha entre duas forças em que uma teve sucesso entrando no nível da pré-consciência e da parte consciente da mente, enquanto a outra ficou confinada no nível inconsciente. É por isto que o conflito nunca pode ter um resultado final por um meio ou por outro…

Pode-se obter uma decisão efetiva somente quando as duas forças se enfrentarem no mesmo terreno. E, na minha opinião, essa é a única tarefa do tratamento. Integração dos conflitos.
A integração do conflito se refere ao procedimento pelo qual as repostas contraditórias ou incompatíveis, as “partes” ou processos cognitivos são classificadas e resolvidas.
A integração dos conflitos é uma das intervenções mais importantes da PNL e é essencial para a resolução de muitos problemas mentais, físicos e interpessoais. De acordo com Grinder e Bandler (A Estrutura da Magia Volume II, 1976), as etapas básicas da integração de conflitos incluem:

1. Identificar as incongruências do cliente percebendo as contradições nas mensagens verbais e não verbais.

2. Classificar as incongruências do cliente em polaridades por meio da classificação espacial, fantasia (símbolos), sistemas representacionais, interpretação de um papel ou das categorias de Satir (Acusador, Apaziguador, Congruente e Evasivo).

3. Integrar as incongruências do cliente – primeiro fazendo contato entre as polaridades, e depois alcançando uma metaposição da onde se reconciliam as polaridades de uma maneira nova. O processo de integração dos conflitos que foi incluído no A Estrutura da Magia Volume II é a identificação e reconhecimento das intenções positivas das duas partes envolvidas.

A PNL fornece muitas habilidades e ferramentas destinadas a tratar e resolver conflitos tanto internos como interpessoais. Isso inclui as técnicas de ressignificação, integração dos conflitos, alteração de posições perceptivas e muitas habilidades de comunicação fundamentais como o metamodelo, calibração e métodos de comunicação não verbais.
O processo de integração dos conflitos foi inicialmente desenvolvido para tratar conflitos internos dentro de um indivíduo, e também se tornou o fundamento para os modelos de negociação da PNL.

Referências: Resolvendo Conflitos com a PNL









O comportamento repetitivo.

Outro ponto de reflexão que nos ajuda a pensar sobre o que faz as pessoas permanecerem com seus comportamentos engessados, acompanhados de prazer e desprazer, é a repetição constante. Pensando de forma lógica, aquilo que causa prazer e/ou desprazer, também causa repetição. Pontos de satisfação causam repetição. Crianças costumam fazer isso constantemente. Pedem toda hora para repetir de forma incansável uma atividade que lhes trouxe satisfação corporal. Já, quando crescem e se tornam "crianças-adultas", continuam repetindo comportamentos inconscientemente prazerosos e/ou desprazerosos. É o que acontecia com um ex-colega de trabalho, que tinha satisfação em ser espaçoso. Interrompia as pessoas, falava alto, gritava e dispersava todos repetidamente. Este era o seu "barato", o seu "jeitão" de ser, pois tinha prazer em fazer isso, mas não tinha a menor consciência dos impactos que causava nas pessoas. No entanto, quando recebeu o famoso feedback sobre seu comportamento, os problemas começaram a surgir. Passou a vivenciar conflitos entre a mente racional e o corpo emocional. Sua mente racional dizia que deveria "arrumar" seu comportamento para não invadir o espaço das pessoas e o seu corpo emocional agia conforme o jeito espaçoso (e prazeroso) de ser.
foto: Veja online
Olha só! Surge novamente o paradoxo entre prazer e desprazer. Sua mente racional gritava alto, dizendo que devia mudar e isso lhe causava muito desprazer. Porém, o seu corpo emocional continuava gozando do ato e isso lhe causava prazer. Após certo tempo, não teve jeito, nosso colega de trabalho foi procurar um lugar onde pudesse aumentar seu espaço, pois o contexto cultural onde trabalhávamos não permitia pessoas desse "estilo". por Rodrigo Ramos
 "Mais cedo ou mais tarde, acertamos em nossas atitudes e percebemos que podemos sentir prazer novamente, basta ter coragem em mudar o que for necessário."